• Rita Carvalho de Matos

Equipa envolvida, equipa feliz!

O trabalho em equipa pode ser das áreas mais estimulantes, certo? Agora que estamos mais distantes uns dos outros, tornou-se num desafio ainda maior. Neste mês, o convite é refletir sobre como todos, líderes e não líderes temos um papel importante na organização e construção de equipas felizes.


Não há nada mais satisfatório do que pertencer a uma equipa que está em sintonia, mesmo nos diferentes pontos de vista. Faz-nos bem, dá-nos energia, motivação e aumenta a nossa produtividade. Já o oposto tem um enorme impacto na nossa entrega, na nossa vontade de expressar opinião e até na nossa noção de perda de tempo.


Então, começo por desfazer 2 dos mitos mais danosos para um bom desempenho duma equipa:

  1. Todos, líderes e não líderes, têm um contributo a dar para criar uma equipa feliz e realizada;

  2. Não há milagres para nos “desfazermos” de equipas que não nos fazem felizes, mas há maneiras de as influenciarmos a serem melhores

As ferramentas essenciais que transformam a nossa perspectiva e emoção em relação às equipas estão todas ao nosso alcance. E hoje, partilho duas delas convosco.





Envolvimento e Compromisso – É crucial vir preparado para o trabalho proposto e assim contribuir para o crescimento do projecto. A falta de preparação promove o terrível bicho da comparação e ainda desmotiva quem se dedicou, começando aí uma perigosa bola de neve que levará ao fracasso de todos.


Discordar é energizar – é na discórdia e no debater de ideias que se alcançam os maiores desenvolvimentos. A energia que é criada num ambiente onde ideias são realmente debatidas é contagiante e permite aprofundar análises que poderão levar à criação de soluções mais ricas. Actividades bem conduzidas como o “Advogado do diabo” ou o “Brainwriting” são ferramentas que imprimem muito dinamismo.


Tenho a clara convicção de que o auto conhecimento e o reconhecimento do talento dos outros é o caminho para sermos todos altamente produtivos e apaixonados pelo nosso trabalho. E assim, deixo a proposta dum exercício individual: lista todas as equipas de que fazes parte e responde à pergunta “o que de bom, para mim, posso extrair desta equipa?”

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